Bom, tava meio complicado pra arranjar tema pra postar neste blog. Na verdade, ainda está muito compliado. To escrevendo na doida, sem saber bem o que dizer de verdade. Eu sempre prometi que evitaria fazer deste espaço um canto muito pessoal meu, afinal, a minha meta sempre foi convidar mais pessoas para lerem meus modestos textos, e debaterem entre si sobre as questões abordadas. Mas enfim, eu acredito que, como ser humano normal que eu sou como todos vocês, tudo o que eu vivo, alguém de certa forma, já passou por algo parecido. Ultimamente minha vida anda tão corrida que me encontro sem fôlego até para respirar. Falta oxigênio até para suprir as necessidades do cérebro em mentalizar algo para este blog. Procuro inspiração e nada me aparece. Acho que estou surtando... Enfim, queria saber quem por acaso também não se sente assim, sufocado, precisando ficar uma semana encostado, meio que isolado... Queria poder ir para algum lugar longe, desconhecido, conhecer gente diferente, buscar novas fontes de inspirações, mudar os rumos da minha vida. Até para internet eu não estou tendo tanto saco. A uns meses atrás, eu postei algo falando sobre a maluquice que estava sendo a minha vida. Parece que esta maluquice toda continua fervendo e não tem data para acabar. Cada dia é um aprendizado novo. Não que seja ruim, mas estou um pouco cansado de tudo isso, queria ao menos ter um pouco de paz, fazer algo light, respirar um pouco, poder curtir mais. E no entanto, são responsabilidades, responsabilidades... Não quero que pensem também que fujo do que cabe a mim fazer, mas eu quero um pouco de trégua para repor minhas pilhas né... Como disse atrás, sou ser humano, sinto sede, tenho fome, sono, sentimentos, preguiça, coragem, covardia, medo, tristeza, ira, alegria... Tenho necessidades para serem supridas, e começo a ver que se eu não fazer nada por isso, eu to é literalmente fodido, afinal, todos ao meu redor querem mais que eu me foda. Não interpretem que ninguém se importe comigo, muito pelo contrário, é apenas uma forma de dizer que, todo mundo tem problemas demais para perder tempo comigo, então, infelizmente, o mundo é cada um por si e Deus por todos. Coitado dele, tanta gente pra resolver pepino. Mas é claro, mais uma vez, meus caros amigos e conhecidos, não digo que vocês não se importem comigo, mas que os meus problemas, eu preciso ter força para resolver sozinho... É, acho que estou ficando louco mesmo... Help!
A TV Geblog desta semana é pra uma das pessoas mais amigas que eu já pude conhecer na minha vida. A amizade é algo medido por atitudes, e não por tempo. Ly, independente de tudo, você está no coração. Como já é sabido, "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas". Você é responsável pela minha amizade agora, e ai de você se a abandonar. E vocês? Tem alguma grande amizade? Aproveitem e digam pra este teu amigo(a) o quanto ele vale pra você(s). Amores trocam com facilidade na nossa vida, mas amigos é algo difícil de mudar. Confesso que choro horrores ao perder amigos que valem a pena, muito mais que amores que já vivi. Falei demais já, e como já disse antes, é pra você, Dona Lyara Perez Bezzi, minha mongol banza... =)
Estava pensando ainda hoje em qual seria a matéria da TV Geblog. Tinha quase decidido, mas este triste fato me fez optar por isso. Tá certo que muitos de nós fizemos piadas a respeito deste cara, chamando-o de pedófilo, de mutante, entre tantas outras coisas, confesso que até maldosas em excesso, mas sempre soube que devemos julgar um artista não por sua vida, mas por sua performance, por sua habilidade em usar sua arte para nos emocionar. Ainda me falam que ninguém superaria Chris Brown nas danças. Esta molecada tem muito o que aprender ainda. Mesmo que não esteja mais neste globo, ninguém conseguirá fazer estes passos. É sem dúvidas o Rei do Pop. A homenagem não poderia passar em branco.
Comecem a acostumar-se com esta rotina de posts. A pedidos, este blog vai começar a ser mais utilizado por este modesto cavalheiro que vos pronuncia, e até pelo fato de sobrar-me inspiração nestes dias. Mesmo que agora esteja cada vez mais complicado eu poder utilizar Internet, pois não estou com conexão alguma em casa. Aí eu peço desculpas aos meus colegas de conversa noturna e madrugal (existe esta palavra???), Ly, Vivi, meus alunos que me procuram para dívidas, mainha Lene, Anne, enfim, todos aqueles que compartilham suas idéias comigo. E é justamente sobre internet que irei falar. Tipo, é incrível. Parem e pensem sobre uma faca. A utilidade dela, é cortar o alimento. Nas mãos de um assassino, torna-se uma arma. O mesmo, digamos, seria uma tomada elétrica. Com ela, ligamos aparelhos que nos ajudam no dia-a-dia, mas se alguma criança se meter a besta e enfiar o dedo lá... Enfim, há muitas coisas no nosso mundo que são criadas para o bem, mas são utilizadas no fim das contas para o mal. E vejo que a Internet é o melhor exemplo hoje em dia. Não digo apenas pelos crimes virtuais, ou pelos falsos perfis da internet, de tarados, pedófilos, nazistas, vermes, vândalos, lobos na pele de cordeiros. Acho que o problema maior de tudo isso, e a razão de tanta atrocidade ocorrer, é pelo mal uso da internet por muita gente. Principalmente os adolescentes. É incrível como as pessoas se interessam por futilidade. Tá legal, eu sei, eu também tenho orkut e MSN, mas eu só adiciono pessoas que me convém fazê-lo. Não entro em salas de bate-papo, apesar de já ter feito isso, sabendo que a loira gatinha que eu possa estar conversando, seja um magrelo nerd, hacker, pronto pra me derrubar ou obter minhas senhas, e entupir meu computador de cavalos de tróia, backdoors, exploits, entre tantas outras pragas virtuais. Eles só agem, porque as pessoas dão brecha. Além do quê, convenhamos: é um horror ver nomes no orkut, como "Carol, Gatinha Td de Bom", ou então, "Felipe, tudo pra mulherada". Com o perdão da palavra (já era, vou falar e não tem jeito): vão tomar todos no cú, com esta merda de rotulação. Estes asnos não tem nome, por acaso? Não sabem ser normais? E o pior, tá certo que eu sou feio, desengonçado, sem graça, mas tipo, estas pessoas que postam isso, às vezes são uma mais horrível que a outra. Ninguém merece. Aí tem gente que chora as pitangas por não ter net em casa, porque meu sinal caiu, eu não vou poder entrar no msn e falar com fulana, ou beltrano, não vou poder ver meus scraps no orkut, não vou poder pokear ninguém, etc e bla bla bla e o caralho a 4. É foda, antes todos culpavam a televisão pela merda da sociedade, agora vão culpar a internet. A culpa não é dos serviços. A culpa é da população, que se contenta em alimentar o cérebro com merda, com burrices, e parece cada vez mais ser mais burra. Livros que é bom ler, nada, música de qualidade pra ouvir, piorou. Preferem ir no Youtube procurar a dança (ah, se fosse na inquisição) do créu, ou Chupa que é de uva (Desisto depois desta...). Vão procurar lavar suas mentes insanas, depravadas, limitadas e se bobear, até fedorentas, procurando algo que elevem vocês a condição de civilizados. Falei tudo mesmo, e quem quiser me elogiar, ou me xingar também, fiquem a vontade, o post é de vocês.
Saudações a todos, pois é, mal postei um comentário a dias atrás, e já tem outro aqui. To chupando descaradamente a idéia do Flávio Gomes, mas não tem problema, ele é pra mim o guru dos blogs neste país. Nada como cultivar jóias culturais, e hoje eu to lembrando o primeiro clip de rock, o que me fez aderir a este movimento cultural artístico. Quando eu tiver 50 anos, quero ser igualzinho a este cara...
Depois de amanhã, é o dia dos namorados. Jà postei sobre amor neste modesto blog, e o tema foi o mais comentado pelos preciosos leitores. Agradeço sempre a todos que visitam e participam deste simples espaço criado para desabafo deste que vos fala... Enfim, dia 12 chega, e com ele, pessoas ansiosas a receberem e a comprar o presente do seu respectivo parceiro(a). Mas será que apenas nesta data? Ou será que seu companheiro(a) não vale o mesmo tanto durante todos os dias do ano? Pra falar a verdade, depois de 4 anos eu nem estou mais ansioso por esta data. Em algum post anterior, falei sobre tudo o que passei no último ano. Caro leitor, se você soubesse que mais coisa aconteceu de lá pra cá. Pois é, este blogueiro não pára quieto mesmo. Enfim, como dizia, não estou nem um pouco preocupado com esta data. Não que não seja um dia especial, bom pra aproveitar, mas eu não consigo entender como existem pessoas que se preocupam em às vezes arranjar namorado ou namorada desesperadamente neste dia. É bizarro. Aí depois de duas semanas, viu que a pessoa não é o amor da sua vida.. Dãrrr, queria também o que, que além disso, você ganhasse na megasena ou fosse contemplado no sorteio da casa própria sem pagar nada? Fala sério né... Nos últimos dias, eu passei uma desilusão amorosa, não foi nada fácil, aliás, não está sendo, mas complementando mais uma das lições que eu aprendi nesta vida, é que eu não mereço e nem devo esquentar minha cabeça por causa de amores. Eu apenas vou deixar as coisas acontecerem e ver no que vai dar. Se der certo, ok, se não, fazer o que. Não é errado ser metido às vezes, se você se porta correto num relacionamento, não se lamente por ter dado errado, caso ocorra. Você fez o que pôde, e azar o da pessoa que vacilou ou não te quer, ele(a) é o eterno responsável por jogar fora o melhor amor que poderia ter na vida. Enfim, vocês que estão solteiros, pensem pelo lado bom: não vão precisar gastar dinheiro pra comprar presentes. Que tal então juntar toda aquela turma de amigos e amigas solteiros, marcar um barzinho, e todo mundo beber, conversar, dar risadas, afinal, pode de repente ser o último final de semana destes que você está sozinho. No próximo ano, terá que comprar presentes e fazer presença. Como diz a Celly, hey hey, é o fim, oh cupido, vai longe de mim... (acho que é assim a letra, como eu vou saber né? rs). Amem-se, sempre. Somos sempre nossos próprios e eternos melhores namorados(as). Mas se alguma garota aparecer e me conquistar, não vou dificultar... =)
Trilha sonora pra este post: In Between Days - The Cure
Todos que me conhecem sabem muito bem que estou diretamente envolvido com música. Tenho uma banda, o Ômega Sílex, onde cumpro o nobre papel de porta-voz (acredito que a arte em geral, é uma forma de qualquer pessoa expressar sua opinião por meios belos, sobre os fatos do cotidiano, e todo vocalista é um porta-voz, afinal, é ele quem se pronuncia). O Ômega Sílex aborda temas que estão presentes em todas as camadas da sociedade, que indiferem classes sociais, fronteiras, ou qualquer outro aspecto, e me sinto honrado em ser a linha de frente deste trabalho, mas é claro, créditos devidos aos demais integrantes, Decan, Diego "My Cu/Sheep Brother" Azama, e agora Hairy Lafayete (e também aos demais que já passaram por esta família, menção honrosa a Samer Cardoso). Mas o que quero citar aqui, não é propaganda da minha banda, mas sim, com a autoridade (nem que seja mínima) de quem tenta se virar no cenário musical, comentar sobre o atual mercado fonográfico. Falarei primeiro algumas coisas antes de falar na bosta em que ele está hoje. Comecemos pelo seguinte: há quanto tempo não surge alguém fazendo uma letra mais crítica, mais objetiva, que possa repassar para todos ou iluminar nossas mentes, a respeito dos fatos que nos chegam por jornais, revistas... Você liga em qualquer emissora, e aparece alguém cantando "eu quero você meu amor", em outra estação só dá "agrobrega", ou pagode "coraçãozinho". As gravadoras perderam a ousadia, ou a sabedoria em investir nos verdadeiros talentos. É revoltante você ter que falar que o bom hoje é ser independente. Só visam a merda da cifra. Dinheiro realmente é bom, muito bom. Mas eles deveriam saber que a população consome o que eles jogam para nós. Se você lança nos meios de comunicação Led Zeppelin, a população vai assimilar e buscar Led Zeppelin. Se você divulga Elton John, todos vão correr atrás de Elton John. Se você abre os olhos de todos para Frank Sinatra, todos irão ficar maravilhados. Se você tem o poder de mostrar ao público um artista, e mostra um Chico Buarque, um Paulinho da Viola, uma Elis Regina, um Legião Urbana, as pessoas só vão procurar ouvir estas pérolas imortais da nossa cultura. Agora se você dá para as pessoas uma banda tecnicamente grossa, como NX Zero, mandando "entre razões e emoções", infelizmente todos vão fazer aquela franja horrivel na cabeça e a molecada vai tocar guitarra na mesma proporção em que usam o papel higiênico no banheiro. Se você coloca um imbecil dançando aquela (perdão crianças e senhoras) porra de créu, você (isso, é claro, se você for fácil de ser influenciado) vai se encontrar rebolando esta asneira maldita. Parece na verdade, uma forma de manipular nossos pensamentos, para nos deixar com o menor nível de cultura possível, de maneira que sempre estejamos no cabresto destes malditos "cabeças" da sociedade. Não ouço mais rádios, com exceção à Antena 1, Alpha, Brasil 2000, e a excelente Eldorado. Já não assistia televisão, sequer a MTV se salva, uma vez que você liga, e estas modas (odeio modas), como Black e EmoCore estão em evidência. Black de verdade, é James Brown, Parlament, Kool & The Gang, Sly And The Family Stone, Tim Maia, Jorge Ben Jor, Seal... Rock de verdade, não é esta modinha "fronha" (créditos para o BL) de Emo, estas bandas vendáveis, que não pensam ou não tem a menor atitude e personalidade. Rock é Elvis Presley, Beatles, Stones, Zeppelin, Floyd (muito foda), Deep Purple, Aerosmith, Titãs, Nenhum de Nós, Engenheiros do Hawaii, U2, Pearl Jam... Já não se faz música como antigamente. Quem me dera se Beethoven, Chopin, Lennon, Nat King Cole, Marvin Gaye, Raulzito, entre outros, renascessem...
É... voltei....
Perdoem pela ausência total durante todo este período... Pensem em alguém tentando repaginar a sua mente: assim estava este humilde blogueiro, tentando se encontrar em espaço e tempo, com tantas coisas acontecendo, com a cabeça tão cheia de coisas pra pensar, pra fazer, para agir. Esta postagem vai abordar um pouco disso, os nossos sentimentos interiores, mas tentarei não ser tão pessoal, mas sim, fazer com que o que eu digo possa soar como geral para todos, afinal, quem por acaso não tem emoções, não é mesmo?
Este período recluso do blog em que eu estava foi um momento de tentar entender minha mente e as coisas que acontecem comigo. Os últimos 365 dias foram dos mais doidos, loucos, incompreendidos da minha vida. Sinceramente, jamais pensei viver um momento tão intenso assim. Aliás, quem nunca viveu isso, não é mesmo? Parece que quando as coisas ocorrem na vida das pessoas, elas vem como uma avalanche, caindo com todo o impacto em cima de nós, dando a impressão que não há nada a fazer além de esperar ver aquele horror de coisas em cima de nós. Nestas horas, bate a sensação de abandono, de não entender por que exatamente isso tudo, logo conosco, por que comigo, o que eu fiz de errado... Talvez os mais íntimos entendam tudo o que escrevo, por conhecerem bem minha vida e estarem totalmente cientes de todos os capítulos que eu vivi desde o início de 2008 pra cá. E a gente aprende muita coisa também, e isso é o lado bom, pois são lições eternas. Aprendemos que a distância de casa é a coisa mais dolorosa que há. Aprendemos que podemos não ter amigos, além de meros colegas. Podemos aprender também estes meros colegas fazem falta imensa quando nos sentimos sozinhos. Aprendemos que aquela pessoa que amávamos com tanta força, com tanta dedicação, definitivamente não é o amor da nossa vida, por coisas que nos magoaram profundamente. Aprendemos também a perdoar estas pessoas, e a mágoa vai toda embora... Também aprendemos que do nada, aparece alguém pra preencher nosso coração, quando achávamos que não iríamos mais nos apaixonar... Começamos a perceber que coisas que pareciam nos encher o saco, na verdade são essenciais para nossa alma, pois completam algum espaço nosso. Também compreendemos que trabalhar é ótimo, pois o ócio de ficar parado, esperando que os céus façam cair as soluções das nossas vidas não vira de jeito nenhum. Aprendemos que na vida, a pessoa que mais devemos amar somos nós mesmos. E com isso, que a nossa felicidade só depende de nós mesmos. Aprendemos a chorar, a sorrir, a cantar, a dançar, a falar alto, a discutir, a xingar, a falar um palavrão, a magoar, a perdoar, a ser magoado, a encarar os fatos, a aceitar a realidade, a desafiar a lógica e ousar, a arriscar, a tentar... a viver. Pois é, durante este tempo, tudo isso ocorreu comigo. Senti falta da família, dos amigos (ou será colegas?), chorei por amor, me senti magoado, magoei, perdoei, pedi (e peço) perdão por qualquer coisa, me decepcionei com pessoas, decepcionei pessoas... Gosto muito de uma garota, alguma garota deve gostar muito de mim... achava que minha banda não me daria mais prazer, e hoje eu não sei se conseguiria ficar sem ela... Enfim, como disse Renato Manfredini Jr em "Vamos fazer um filme": "... viver é foda, morrer é difícil...". E só de pensar que eu to fodido, que eu ainda to com 24 anos e tem um turbilhão de coisas para acontecer na minha vida... Que venham, é mais coisa para aprender. Por favor, opinem, e me desculpem por parecer ser tão pessoal, mas acredito que isso faz parte da vida de todos, sem exceção...
O tema de hoje desta postagem é um tanto quanto polêmico. Amor. Afinal de contas, que raios e trovões, é este sentimento? Ele leva tanto a gente ao paraíso, quanto ao inferno, em um piscar de olhos. No último post, em que eu apresentei algumas metas que eu desejava para este ano, uma colega e amiga minha mencionou nos comentários que desejava um grande amor pra vida dela. Acho isso bonito. Infelizmente, nesta sociedade de hoje, você ser romântico pode muitas vezes soar como cafona, ou até utilizam o termo "emo" para jovens que expõem o sentimento. Acho tão idiota banalizarem um dos sentimentos mais belos que podemos ter. Amar alguém é algo muito complexo. É infinitamente superior a paixão, aquela vontade incontrolável que na verdade é fogo no palheiro. Não é apenas atração pela beleza fisica, mas sim, pela beleza interior. É querer estar com a pessoa direto, não apenas para beijos e abraços, mas sim, olhar bem nos olhos dela, e como se isso fosse o bastante para fazer você feliz. Para contar histórias, dividir doces, compartilhar risadas. É querer estar disposto a tudo, a ajudar em cada detalhe. Pena que somos covardes. É, infelizmente, temos medo do amor, pois da mesma forma que é maravilhoso ser correspondido, é doloroso demais amar alguem e este alguem não sentir nada por nós. Mas aí é que está o legal da vida. Ela é um jogo. Parem e pensem. A única certeza que temos, é que morreremos um dia. Pra que se apegar as coisas que não irão com a gente quando partirmos? Outro problema, é que depois de experiências frustradas, ou decepções, ou relacionamentos conturbados, acabamos censurando nossos corações para outras experiências, quando na verdade, temos sempre que lembrar que ninguém é igual a ninguém. Não devemos ter medo, temos que arriscar. Você já olhou pra sua namorada hoje e disse a ela que a ama? Você já olhou seu namorado e disse a ele o quanto ele é importante pra ti? Tem vergonha? Medo de não ser correspondido? Besteira, pura besteira. Não espere nada de ninguém na vida, apenas seja sincero quanto ao que sente, pois você não pode tentar mentir pra si mesmo. Em breve publicarei mais a respeito, este tema merece mais abordagem...
O ano começa, e o que tenho a dizer a todos, de certa forma bem atrasado, são votos de um ótimo 2009, que este ano todas as metas e objetivos de cada indivíduo de boa índole neste país e planeta sejam alcançadas com total êxito, e que algumas coisas ocorram. Fiz uma pequena lista de presentes para esta nova translação do nosso globo. Eis:
- Que Barack Obama possa apagar as cagadas do maldito Bush:
- Que as pessoas preocupem-se com mais cultura e educação para suas vidas:
- Que Heath Ledger ganhe o Oscar de melhor ator:
- Que não ocorra mais em qualquer lugar tragédias como a que ocorreu aos nossos compatriotas catarinenses:
- Que muitos não precisem passar por apertos financeiros (infelizmente não dá para dizer todos, porque o mundo infelizmente é uma merda de injustiça):
- Que as pessoas possam ver felicidade e desfrutar disso na vida:
- Que todos tenham saúde, pois hoje em dia, é uma das raríssimas coisas que o dinheiro não compra:
- Que os talentosos e dedicados tenham sucesso e prosperidade:
- Que todos possam viver um grande amor, pois eu acredito que isso é de certa forma fundamental ao ser humano:
- Que o Brasil tome vergonha na cara e aprenda a corrigir suas grotescas falhas (sei que é bem difícil, mas...)
- Que a F1 continue a me dar prazeres:
- Que este blog possa ser cada vez mais frequentado (e obrigado aqueles que visitaram ele em 2008):
- Que as pessoas possam ser felizes, acreditar que possamos viver bem, independente de dificuldades:
- Que haja paz!
Como diz o Coldplay, Viva La Vida!
Bom Pessoal, hoje não tem post sobre qualquer artigo para refletirmos, apenas passando para meu momento garoto propaganda. Visite os links postados ao lado deste humilde Blog, entre eles:
-Blog da Lesadinha, querida amiga e cunhada Lyara...
-Blog da Tábata Tuany, queridíssima amiga também
-É Quente.Com, site do meu caro amigo Renan Oliveira...
É isso, aproveitem! Em breve, novas postagens!
Antes de iniciar esta postagem, estou tentando aumentar o tamanho da fonte a pedido do meu querido baterista e grande amigo Diego Azama. Espero que esteja do seu agrado, Diego...
O que gostaria de abordar nesta postagem e levantar discussão com vocês, caros leitores deste humilde blog, é uma realidade da qual, não sei se ocorre em todo o território nacional, mas pelo menos está estampada aos quatro cantos da minha gloriosa cidade, a pacata Itariri, no vale do Ribeira, interior de São Paulo. A juventude desocupada, a qual não procura alternativas para preencher a lacuna de tempo de seu dia-a-dia. Não trabalham (muitas vezes porque realmente não possuem oportunidade), não se dedica a artes, literatura, música, esportes... Enfim, eis aí a porta de entrada para o universo da promiscuidade, do submundo, dos entorpecentes, da violência. Misture estes ingredientes a nossa imunda (e já comentada neste blog) mídia, pais negligentes, e problemas sociais cada vez mais inexcedíveis, e você terá um bom protótipo de ser humano deteriorado. Mas, o interessante, é que é necessário pensar e analisar, que é sempre fácil apontar o dedo e culpar tal coisa, fulano, beltrano, etc e etc. Agora, onde está a mobilização própria de cada jovem em reverter este quadro? Onde está a auto-iniciativa, a busca por revolução? Talvez estejam obstruídos pelo excesso de comodismo. Afinal, está tudo bem, enquanto "sempre houver meu mp3 (saudades dos antigos walkmans...), festa todo final de semana pra eu poder encher a cara, as minas da escola pra eu poder curtir, lan house pra eu mexer no meu orkut e no meu msn (admito que este blogueiro utiliza estes recursos, mas tem horas que eu não sei se estas ferramentas virtuais são uma benção ou uma maldição nas nossas vidas...)". Falando sério, sei que muito poderia ser feito para ajudar a juventude, mas não dá pra concordar com Charlie Brown Jr, quando aparece cantando "o que eu vejo na tv o que eles falam sobre o jovem não é sério...". Não estou generalizando a sociedade, afinal, existem pessoas e pessoas. Apenas estou me refletindo, como havia dito antes, a realidade da minha cidade, que, cá entre nós, é uma tragédia. Não se vêem adolescentes lendo livros, procurando saber sobre peças teatrais, mobilizando-se para organizar alguma coisa útil para nossas vidas. Sei que não sou mais nenhum garotinho, apesar de ter ainda uma vida inteira pela frente, no auge dos meus 24 anos, mas penso também que ser jovem é um estado de espírito, e me sinto tão jovem quanto antes. Gosto de usar bermudas mais que calças, tenho banda de rock (cliquem ao lado em Ômega Sílex), saio com os amigos, falo palavrão, gosto de namorar. É bom mesmo se divertir, mas é essencial progredirmos como seres humanos. Leio livros, acompanho notícias, compartilho experiências de vida com mais velhos e mais novos, e, é claro, utilizo a internet para coisas úteis, como estudar, pesquisar preços para não ser lesado como consumidor, e manter laços de amizades saudáveis e construtivos. Não é ruim ver piadas, dar risadas, ter momentos certas vezes banais, pois nos ajudam a sorrir. Mas viver sempre em função disso... Bom, pra finalizar, como eu penso, se o futuro da nação forem os nossos jovens, estes que eu costumo ver por aí, com o perdão da palavra, estamos todos fodidos...¬¬
Antes de mais nada, desculpem pela demora em postar algo novo, resolvendo problemas pessoais, mas agora vivendo e sendo feliz...
Francamente falando com todos vocês, eu não aguento assistir televisão aos domingos. Pra não falar que nunca vejo, só quando está passando F1, como já disse a vocês, sou apaixonado e não abro mão de assistir. Mas enfim, é tanta porcaria que passa-se na TV aos domingos, tanto lixo, tanta insignificância, que muitas vezes dá até vontade de chorar de tão deplorável. Eu respeito muito a opinião alehia, os gostos diferentes de cada pessoa, mas convenhamos: o nível cultural da nossa sociedade é assustador. Vamos pensar no seguinte: se a maioria da população trabalha, significa que boa parte só tem tempo de ver TV aos domingos. E quando você liga o aparelho para ter contato com o mundo, acaba se deparando com um festival de piadas, videocassetadas, pegadinhas, bundas rebolando, os grandes sucessos da história da música brasileira que duram uma semana nas paradas... E no meio da programação, alguém pode me dizer algo que enriqueça nossas necessitadas mentes? Por favor, não me digam Planeta Terra na TV Cultura... Sei que é um programa educativo, eu mesmo não imaginava que os suricates viviam sempre em bandos... Mas fiquei sabendo disso porque não desmaiei de sono vendo o cansativo programa da Fundação Padre Anchieta. Filmes de qualidade são até escassos, entrevistas construtivas, sempre raras. Artistas com conteúdo musical válido, estão desaparecendo a cada dia (acredito que até por eles se recusarem a se expor neste pandemônio todo...). Nestas horas eu penso: é foda ser pobre, e não ter capacidade de possuir TV a cabo, pra salvar minha vida. Portanto, tenho que me preparar para que meus filhos não sejam vítimas disso. Aliás, aqui lanço um desafio: se você está lendo este blog agora, já ouviu falar em Robert Louis Stevenson? Alexandre Dumas? Sidney Sheldon? Agatha Christie (tá, eu não gosto tanto, mas é válido...)? Enfim, se vocês também acham que estão sendo lesados culturalmente por esta mídia maldita, que gosta de manter a população burra, xula, e cultuando falsos ídolos, faça como eu: passeie a tarde em uma praça. Leia um livro. Alugue um filme (nada de besteirol americano, por favor. Respeito se você goste, mas estimule teu cérebro...). Curta a tua família, mas longe desta coisa que era para ser útil, mas tem se tornado uma maldição dos lares. Como diz uma das minhas bandas favoritas: "A televisão me deixou burro, muito burro de mais...".
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